sábado, 16 de dezembro de 2017

A importância dos pontos cantados nos ritos de Umbanda

Os pontos cantados evocam energias e auxiliam no equilíbrio do médium e da corrente. Para todas as situações ritualísticas, existem pontos cantados, desde a abertura dos trabalhos ao encerramento.

Interessante pensar que os pontos cantados são mantras dentro da Umbanda, sendo que seu som ecoa pelo espaço e se projeta em diferentes lugares. Também auxiliam no equilíbrio dos chacras para uma melhor sintonia com as entidades de luz.

Eles são divididos conforme suas características, visto que possuem um determinado fim. Existem os hinos, que são entoados em cerimônias especiais e momentos importantes de sintonização. Os pontos cantados de abertura servem para firmeza e limpeza dos médiuns e são entoados para marcar o início dos trabalhos espirituais, sejam eles de qualquer natureza.

O ponto de bater cabeça é usado pelo corpo mediúnico para a realização das saudações aos guias, protetores e orixás, diante do congá. A defumação é realizada com a queima das ervas aromáticas com o objetivo de limpar a corrente e a assistência. O equilíbrio do ambiente também se faz neste momento.

As entidades espirituais são chamadas para a realização da incorporação através dos pontos cantados. O ponto direcionado a uma linha possibilita um elo musical com uma determinada entidade, sendo um mantra criado e que deve permanecer cantado da mesma forma. De acordo com a linha e as falanges, são entoados pontos cantados para chamar as entidades nominadas, havendo uma sequência delimitada por cada terreiro.      

Na Casa da Paz, iniciam-se os trabalhos com a defumação, a abertura, o hino da Umbanda e o bater cabeça. Após, são feitos os chamamentos das linhas principais, seguindo a ordem: Ogum, Xangô, Oxosse, Iemanjá e as mães (Iansã, Oxum e Nanã), Oxalá, Yorimá e, se preciso, entoam-se pontos de Yori e das linhas complementares.  

No final dos trabalhos de Umbanda, temos a subida em que são entoados pontos de retorno das entidades ao plano espiritual. O descarrego serve para firmar as linhas que farão a limpeza e dar cobertura ao terreiro. Para o encerramento, independente das tarefas realizadas, temos os pontos que finalizam os trabalhos espirituais.

Nos trabalhos também existem os sacramentos, como o batizado e o casamento, feito em ocasiões especiais com pontos cantados diferenciados. Como o ponto cantado é um mantra e uma forma de conexão com o plano espiritual, precisamos atentar para as distorções e enganos na hora de entoá-lo. Também o ritmo e o tom devem seguir as regras do terreiro e contemplar as entidades que irão trabalhar. Lembramos que algumas músicas são criadas, mas não são pontos cantados, pois servem apenas para homenagear as entidades ou orixás.

Você pode baixar os pontos cantados da Casa da Paz clicando no link a seguir: Pontos cantados.

Gratidão ao plano espiritual!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Fundamentos da Umbanda

            O nome Umbanda significa “manifestação do espírito para a caridade” e, neste contexto, as normas ditadas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas são o núcleo duro da Umbanda, segundo os preceitos passados pelo caboclo das 7 Encruzilhadas através do médium Zélio de Moraes.
            Afirmando isto, temos no livro Encantos da Umbanda que “a prática da caridade no sentido do amor fraterno será a característica principal deste culto, que tem base no Evangelho de Jesus e como Mestre Supremo, Cristo.”
            Baseado nestas duas referências, temos os pressupostos que direcionam as diretrizes básicas para a Umbanda, conforme o que nos foi passado por Zélio de Moraes, os quais são:
  •        prática da caridade com o sentido de amor fraterno;
  •        atendimento gratuito;
  •        culto aos orixás que são emanações divinas;
  •       definição dos horários de início e de término da sessão;
  •       uso de roupas brancas e, de preferência, pés descalços;
  •        não sacrifício de animais;
  •       fazer desobsessões (descarga);
  •       transporte de espíritos em estado de ignorância para atendimento a partir dos trabalhos mediúnicos afim de doutriná-los e afastá-los, baseado no preceito da caridade.

O estudo de Umbanda remete à importância de retornarmos a unicidade perdida (AUMBANDAN), ou seja, reunir com amor, e sobre a mesma bandeira, a religião, a ciência, a filosofia e a arte. No cotidiano, o objetivo da Umbanda é a prática da caridade, libertando de obsessões, curando as moléstias de origem ou relação espiritual, desmanchando os trabalhos de magia negra e preparando um ambiente favorável a operosidade de seus adeptos. 
            Pelas normas ditadas pelo caboclo das Sete Encruzilhadas, através de Zélio de Moraes, não se devem usar atabaques nos trabalhos. Acreditamos que, pela influência das religiões afro-brasileiras, algumas casas de Umbanda se utilizam desse instrumento no ritual por acreditarem ser importante para o contato com os espíritos de luz. No entanto, o seu uso pode influenciar não só os médiuns como os consulentes, pois ativam energias que precisam ser controladas e por este motivo foi dada orientação.
            Como a religião de Umbanda preza pela convergência de saberes, pensamos que se for para um bem comum, respeitando as consciências da casa, pode ser coerente o uso de alguns instrumentos. Tal uso precisa sempre respeitar as indicações da egrégora espiritual e dos dirigentes no plano físico da casa em questão, pensando na melhor forma de realizar o trabalho.

Texto coletivo escrito por trabalhadores da Casa da Paz.

sábado, 26 de agosto de 2017

Preservação do médium em relação aos inconvenientes e perigos da mediunidade

Sabemos que são muitos os perigos relacionados à prática da mediunidade caso não realizada com cuidado, estudo e preparo para tal atividade de conexão com o plano espiritual. O médium é um ser sensível que usa sua intuição para se conectar e entender o que ocorre em determinado momento. No entanto, é preciso ser cauteloso quando se fala de mediunidade. Crianças e adolescentes, pouco maduros, não possuem capacidade física e mental para realizar tal prática, assim como adultos com algum desequilíbrio mental.
A prática da mediunidade pode gerar cansaço, mas cabe a nós entender que essa estafa física logo passará e o espírito ganhará com essa atividade que não lhe cansa. Também, precisamos lembrar que a evolução e o aprimoramento pessoal é requisito para uma boa prática de Umbanda. O comportamento dentro ou fora do terreiro reflete na coletividade, visto que somos médiuns sempre, dentro ou fora de nosso terreiro. Além disso, precisamos reforçar o pensamento positivo, pois nossa vibração permite a conexão com seres que vibram na mesma frequência. A mediunidade é vivida 24 horas por dia. Por isso, em casa, no trabalho ou no terreiro, precisamos atentar para nossos pensamentos e comportamentos que possibilitam a conexão com o plano espiritual. (Ane – trabalhadora da Casa da Paz)
O perigo da mediunidade está assertivamente ligado ao comportamento moral e ético do médium. É através de suas vivências diárias, que o médium estará correndo algum risco eminente ou não. Sabemos da grande dificuldade que temos em dominar nossos pensamentos, percebemos o obstáculo que ainda é, nos desgastar energeticamente com o que não conseguimos mudar, mas precisamos escolher efetivamente nossa reforma íntima. É importante saber do verdadeiro perigo do mau uso e da falta de cuidado com a nossa mediunidade, somente o comprometimento e a vigilância constante, nortearão o caminho mais seguro e correto. (Caroline Scheer – trabalhadora da Casa da Paz)
A ideia central está na conduta do médium no desempenho mediúnico. A mediunidade não é uma faculdade extraordinária, mas algo natural, carecido de um desenvolvimento criterioso e responsável. O exercício diário de autoavaliação e a identificação dos “pontos fracos” permitem ao medianeiro direcionar a referida vigilância e fortalecer sua vontade no intuito de vencer as más inclinações e evitar a “queda” no decurso do exercício da mediunidade. Buscar manter aferido e em constante alerta o sentido que identifica as armadilhas que se escondem atrás da vaidade, do sexo descontrolado, da modéstia que, por vezes, serve para encobrir a preguiça. Da maledicência e dos maus pensamentos. Enfim, essas fragilidades por certo nos sobram, o que não deve faltar é empenho em vencê-las. (Roberta Soares – trabalhadora da Casa da Paz)
A higiene da mente é o princípio para uma boa concentração e isso requer cuidados com a moral, o convívio em família e as atitudes frente ao tratamento com as pessoas, o que refletirá direto na consciência do médium. É preciso educação, disciplina, estudo e comprometimento com a mediunidade que nos capacita a prestar a caridade e a orientação espiritual. Mediunidade não é brinquedo, mas sim amor e respeito pelas entidades que tanto nos auxiliam em nossa caminhada. O mestre Jesus nos orienta a manter a paz, o equilíbrio, ter fé e não sermos falsos profetas. Precisamos buscar esclarecimento através do evangelho e outras obras que passam mensagens de esclarecimentos e nos educam para vida espiritual. São os sentimentos de amor e respeito pelo próximo irão nos manter no caminho da verdade. (Maira Vitória – trabalhadora da Casa da Paz)


Paz e bem irmãos!!!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O desenvolvimento da psicografia e da psicofonia

O capítulo XVII do “Livro dos Médiuns” – Formação dos Médiuns - trata da psicografia e da melhor forma de desenvolvê-la. Kardec, nesta parte, vai expondo clara e objetivamente alguns procedimentos necessários aos médiuns iniciantes e que desejam desenvolver tal mediunidade tais como orar ao anjo guardião ou a Deus para que possa desempenhar bem tal papel, ser bem intuído, etc. Tais conselhos podem ser transpostos, hoje em nossa vivência mediúnica para a psicofonia. (Cristiane dos Santos– trabalhadora da Casa da Paz)
Interessante saber que essa qualidade da mediunidade pode ser “exercitada”, e não seja algo que se manifeste naturalmente. O objetivo de nosso estudo é descerrar esse véu de desconhecimento que ainda conservamos. Observamos a possibilidade de correlacionar essas instruções acerca da psicografia com a psicofonia nos dias de hoje, e para que se tenha em vista uma comunicação com Espíritos elevados, o objetivo primeiro deve ser o mais puro possível, sério, comprometido com a evolução consciencial e que principalmente, tenha relevância, pois do contrário, as palavras seriam enganações de espíritos inferiores ou até mesmo sugestão mental de médiuns vaidosos. A importância de elevar uma prece sincera ao Alto e, dessa forma, pedir a sustentação e a cobertura de entidades benfeitoras e que se o que for falar seja prejuízo, que prepondere o silêncio, da mesma forma que se os escritos “nada tem a dizer” é mais produtivo que não se façam. Quanto à questão da suspensão ou perda da mediunidade pode, muitas vezes, ter o caráter punitivo, mas acreditamos que as intenções dos mentores sempre vão além do mero castigo; acreditamos que o façam, muitas das vezes, por ser o último recurso para poupar seus pupilos de maiores débitos com a Lei Maior. (Roberta Soares – Trabalhadora da Casa da Paz)
Conforme já mencionado, há a possibilidade de exercitar a qualidade da mediunidade. Esse processo pode ainda ser desenvolvido por um grupo de pessoas, com a mesma finalidade, sempre respeitando o recolhimento religioso. Conforme o capítulo, esse coletivo aumenta o poder e a sensibilidade “por uma espécie de influência magnética que auxilia o desenvolvimento da faculdade”. Entendemos que, no mesmo sentido da psicografia, a psicofonia também pode funcionar dessa forma, pois os comunicantes encontram em diferentes assistentes aquele que possui os instrumentos necessários para sua manifestação. (Sabrina - estudante da Casa da Paz)
Importante saber que a boa intenção coloca-nos na sintonia certa. Assim, os passos que devemos observar para a confecção de psicografias são orientados e esclarecidos. O médium sempre será auxiliado e orientado a se manter na devida humildade e respeito por seus anjos de guarda. (Caroline Scheer – Trabalhadora da casa da Paz)
O médium psicógrafo tem, em suas mãos, o poder de expressar através das palavras escritas o que os espíritos de luz desejam comunicar. Da mesma forma, o médium psicofônico pode aprender e conduzir os ensinamentos crísticos e as palavras de amor e esperança às pessoas que necessitam de apoio espiritual. Como a oração é o principal meio para haver a conexão com os espíritos de luz, importante se faz ter momentos de inspiração e de prece voltada ao amor e à benevolência para que se possa desenvolver as habilidades de psicofonia e psicografia, se estas forem adequadas às condutas morais do médium. A mediunidade é um dom divino e manter-se em vibração positiva e com comportamentos benevolentes é um dos pontos para se conectar com o plano espiritual. Caso haja má conduta e falta de aprimoramento pessoal, o médium pode sofrer a suspensão ou a perda da mediunidade, fazendo-o refletir sobre suas posturas e pensamentos. (Ane - trabalhadora da Casa da Paz)
Destacamos que, para o exercício desta faculdade com a intenção (sempre boa, comprometida, bem intuída e respeitando-se os anjos de guarda) de desenvolver a psicografia e psicofonia (por analogia), existe a necessidade de ser uma faculdade orgânica do médium. Ainda que este seja bem intencionado em suas tentativas, caso perceba que, em certo tempo, estas foram infrutíferas, deverá refletir e aceitar que no seu caso esse dom não lhe foi concedido (o que não quer dizer que não poderá exercer a caridade lindamente através de outra faculdade que lhe fora destinada). Por outro lado, àqueles que detêm a faculdade da escrita (ou fala) e a esta desenvolvem, deverão se exercitar com paciência, para que não caiam nas armadilhas de espíritos mal intencionados e desviarem-se do seu caminho. (Francine Martins - trabalhadora da Casa da Paz)
A psicografia é o ato de doar parte da consciência, transmitir as mensagens, o que requer disciplina e entendimento, por ser sutil e deixar os espíritos se manifestarem através do mecanismo de escrever, concentrar e não deixar o seu pensamento interferir na comunicação a qual aquele espírito vem trazer. A maioria dos médiuns, hoje em dia, são conscientes e precisam estar preparados para a tarefa de mediunismo, o que requer muita disciplina, estudo e conhecimentos para saber com que energia esta lidando, ou seja, irmãos encarnados e desencarnados. Ao longo dos tempos, os médiuns responsabilizam-se pela comunicação entre vivos e mortos, e tal tarefa pode ser bem amparado pela espiritualidade desde que sempre se preze pela caridade e não pela vaidade. A melhor forma de conduzir a mediunidade é ser verdadeiro, fazer aquilo que realmente lhe é permitido, respeitando as leis cármicas e o verdadeiro amparo e sustentação pela caridade, pois o amor que nosso mestre Jesus nos proporcionou aqui na terra é o bem maior. (Maira Vitória - trabalhadora da Casa da Paz)
Cabe ressaltarmos, também, a relevância dos questionamentos realizados com vistas às comunicações psicográficas e/ou psicofônicas, pois estas devem ter relevância e trazer elucidações benéficas. Por isso, não devemos priorizar perguntas pessoais, o que apenas demonstrará a soberba e a deficiência emocional do médium. Outro assim, importante é o objetivo do médium iniciante ser regido pela fé, mas não devendo ser uma condição rigorosa, pois a fé, sem dúvida, auxilia nos esforços, mas não é indispensável, pois a pureza da intenção, o desejo e a boa vontade bastam. Dessa forma, é prudente concluir que a faculdade psicográfica é a uma predisposição orgânica que deve ser munida de conhecimentos que podem, pela prática, transformar-se em “saberes” organizados, refletindo o desenvolvimento mediúnico consciente e evoluído. (Jeferson – trabalhador da Casa da Paz)
Sejamos amigos, irmãos, nesta caminha que o pai nos confiou. Que Jesus e nossos guias espirituais nos mantenham vivos nesta caminhada de fé. Um fraterno abraço!

Referência:
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns: guia dos médiuns e dos evocadores. Trad. SILVA, Renata Barboza da; SILVA, Simone T. Nakamura Bele da. Cap. XVII. Formação dos Médiuns. São Paulo: Petit, 2004. p. 178-190.


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Médium de prova e médium “natural”

Conforme nos esclarece Ramatis, os médiuns podem ter uma aquisição natural da mediunidade ou ter uma faculdade de “prova”. A diferença principal está no renascimento do espírito, pois o médium de “prova” vem imaturamente com uma faculdade mediúnica e o dever de melhorar espiritualmente e sanar seus débitos cármicos na vida terrena, já o médium com faculdade “natural” desenvolve espontânea e gradativamente sua mediunidade, sendo consequência de seu aprimoramento moral e espiritual, conectando-se com o plano espiritual através da intuição aguçada.
A mediunidade do médium de “prova” e do médium “natural” é vivida de forma distinta, visto que o primeiro se esforça para manter-se na vibração do bem com um exercício árduo de aprimoramento pessoal e moral e o segundo tem em sua essência a intuição e a sutileza psíquica que o faz entender a importância do amor e do contato com o divino. A metáfora do músico/pintor é muito esclarecedora, pois alguns nascem com o dom dessa arte (divina) e outros precisam trilhar penosos caminhos para apreender esse saber (espiritual).
Cabe salientar que a inteligência e o desenvolvimento mental devem ser usados a nosso favor e a prática da mediunidade precisa ser séria e respeitosa, visto que não somos nada sem o auxílio dos espíritos angelicais. Por isso, o orgulho, a vaidade, a ambição, a prepotência e a leviandade só nos tornam presas fáceis para os espíritos maléficos que tentam nos atrair com fenômenos e práticas frívolas que só podem nos trazer mais débitos cármicos.
“Há sempre atenuante para aquele que peca por ignorância, mas é indigno da tolerância quem o faz deliberadamente, depois de haver-se comprometido para a efetivação de um serviço que diz respeito ao bem de muitas outras criaturas.” (RAMATIS, p. 45)
Atentamos para o conhecimento da mediunidade e das questões espirituais que podem nos auxiliar ou nos afetar, pois a nossa evolução espiritual depende de nossas escolhas e interesses pessoais, pensando na vontade divina e no bem maior de todos.
O vídeo “Umbanda – queda do médium” de Norberto Peixoto é muito esclarecedor quanto à possibilidade de queda do médium e de um centro de Umbanda. Nas palavras de Norberto Peixoto, ditas por Pai Tomé, o médium precisa atentar para três cuidados: vaidade, dinheiro e sexo. Todos podem ser vividos positivamente, pois manter a autoestima, buscar o progresso financeiro e ter uma relação afetiva/sexual sincera são fatos que condizem com a nossa vivência terrena positiva. No entanto, ser vaidoso e necessitar de elogios, fazer da mediunidade um ganho próprio com uma dependência espiritual e ser promíscuo, são atributos negativos para um médium que busca a evolução pessoal e espiritual.
Somos seres imperfeitos, mas podemos cuidar de nossas ações e pensamentos, mantendo uma faixa vibratória positiva para que sejam atraídos espíritos de luz e não soframos interferências psíquicas e espirituais. No plano espiritual, o aprimoramento ético/ moral e a pureza do coração, do amor verdadeiro, é o que importa. Nossa evolução é gradativa, e a vibração positiva e contínua gera o amadurecimento e a adequada estrutura emocional que nos mantém firmes e confiantes em nossa caminhada.
Portanto, precisamos atentar sempre para nossos pensamentos e comportamentos a fim de buscar a evolução espiritual, mas acima de tudo, vibrar positivamente pela egrégora da Casa da Paz. A segurança, a confiança e o esforço coletivo é que sustentam nossa conexão com o plano espiritual, por isso “Orai e Vigiai”.
(Ane - trabalhadora da Casa da Paz)

Referências:
RAMATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 7. Considerações sobre a mediunidade natural e de prova. p. 42-45.
UMBANDA: Queda do médium - "estouro" da corrente. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=elep5ef_Mos> Acesso em: 20 jun. 2017.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Queda do médium

Para ter-se êxito no uso da mediunidade, precisamos nos focar em observar e praticar a moral e a ética. Ramatís relata a grande fadiga que os espíritos angélicos sofrem na interação com seres encarnados, evidenciando a necessidade constante do aprimoramento dos médiuns. A necessidade de preparo do médium em seus estudos, com o aumento de sua frequência energética e a atividade durante o sono, vão qualificando-o, para exercer sua função de comprometimento da melhor maneira.
Segundo relato de Norberto Peixoto, temos um conselho dado a ele como um norte no exercício da boa índole para um médium. O desajuste com a vaidade (ego), o ganho financeiro e a promiscuidade sexual, nos colocará em sintonia ou não com a boa prática. Assim nos colocando como protagonistas da nossa caminhada evolutiva.
(Caroline Scheer – trabalhadora da Casa da Paz)

O texto de Ramatís nos deixa muito claro o quanto a espiritualidade superior se esforça para nos auxiliar e nós, na grande maioria das vezes, não valorizamos tal esforço e não doamos nem um milionésimo do amor e da caridade que eles nos dão. Reclamamos de ter de estudar, de ter que deixar nossas casas para o trabalho quando, na verdade SOMOS NÓS MESMOS QUE NECESSITAMOS DISSO para nos aprimorarmos.
A generosidade e a compreensão dos seres angélicos que já galgaram o caminho da carne é tanta, que mesmo sendo nós muito imperfeitos, eles não desistem de nos ajudarem, mesmo quando estamos prontos a desistir deles por qualquer detalhe que não caiba em nosso cotidiano.
Nesse sentido, o vídeo de Norberto Peixoto nos chama a atenção para nossa prática conjunta, enquanto grupo, na casa espírita ou no terreiro porque somos um todo, somos parte de um mesmo organismo mediúnico enquanto corrente e, caso um caia, todos podem vir a cair, pois somos interdependentes. A vigilância, nesse sentido, deve ser maior ainda, porque não desejo levar meu irmão a cair por brechas que eu estou deixando, lembra ainda que a tríade vaidade-dinheiro-sensualismo, entre irmãos de corrente é a causa principal de fechamentos de casas espiritualistas.
(Cristiane dos Santos– trabalhadora da Casa da Paz)

O texto e o vídeo tratam, com enfoques diferentes, da reforma íntima do médium. O vídeo aborda especificamente sobre a moral do médium dentro do terreiro de Umbanda, no qual Norberto Peixoto destaca as principais causas da queda do médium (e consequentemente a quebra de corrente): vaidade; dinheiro; sexo. Resumidamente conclui-se que a atitude do médium não só afeta a sua própria existência, como todo o trabalho espiritual desenvolvido pela corrente mediúnica.
O texto traz as diferenças entre o médium "natural" e o "de prova". Faz-nos refletir o quanto a espiritualidade é misericordiosa para com os espíritos encarnados que necessitam resgatar seu karma, a partir do momento em que trabalham incessantemente e se esforçam ao máximo para auxiliar os médiuns de prova na caminhada da evolução espiritual, ainda que estes cometam deslizes e práticas condenáveis.
Portanto, nós, médiuns de prova, os quais estão percorrendo o caminho do aprendizado galgando a evolução espiritual através do exercício da caridade, respeitando sempre os ensinamentos de Deus, devemos nos esforçar para nos manter com boa vibração e energia para que o Astral consiga transmitir as informações necessárias para nos auxiliar cada vez mais nesta caminhada.
(Francine Martins - trabalhadora da Casa da Paz)

Referências:
RAMATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 7. Considerações sobre a mediunidade natural e de prova. p. 42-45.
UMBANDA: Queda do médium - "estouro" da corrente. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=elep5ef_Mos>. Acesso em: 20 jun. 2017.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A mediunidade e as comunicações com os espíritos – Ramaatis

Os textos apresentados são baseados no livro “Mediunismo”, psicografado por Hercílio Maes pelo espírito Ramaatis, mais especificamente, no capítulo 1 – Considerações sobre o “Livro dos Médiuns”.

Para Ramaatis, a mediunidade não é orgânica, ou está ligada a alguma diferença fisiológica do ser humano, nem tampouco implica em alterações do sistema nervoso central, antes é uma faculdade do espírito, usando o mesmo termo do autor, no livro, é um “patrimônio”' do espírito. Quando desenvolvida com respeito, seriedade e amor coopera para o desenvolvimento moral e espiritual do homem. E quando o autor fala que é importante embasar-se em orientações, como as postuladas por Allan Kardec, não é que espere que ela perca seu caráter espontâneo, mas sim que seja assegurada a sua retidão enquanto exercício terreno.
Na perspectiva de Ramaatis, as comunicações satisfatórias com o Além são fundamentadas no mediunismo sólido, aprimorado com o equilíbrio moral, psíquico e emocional do medianeiro; na prática da tarefa mediúnica compromissada, livre de vaidades e sem espera reconhecimento; com a imaginação disciplinada, para que não haja espaço para situações fantasiosas, que só fazem confundir o médium e, por conseguinte, comprometer o caráter sério e verdadeiro das comunicações com os espíritos.
Salienta o autor, também, a importância do conhecimento, de estudar, de usar em proveito do bom exercício da mediunidade, por exemplo, o Livro dos Médiuns, elaborado criteriosamente por Allan Kardec e que pode ser usado como uma bússola para nortear o cumprimento do serviço mediúnico, para que não sejam feitas experimentações a esmo, mas sim pautadas em parâmetros que servem para atestar a idoneidade tanto das comunicações propriamente ditas como o desenvolvimento do mediunismo em seus vários campos de atuação.
(Roberta Soares – trabalhadora da Casa da Paz)

Para Ramaatis, a mediunidade é uma faculdade que engrandece a percepção psíquica com o objetivo de evolução e moralização do espírito do homem.
Para haver a melhor comunicação possível com o plano astral, devemos nos dedicar aos estudos primários, devemos também melhorar nossas condições morais e prestar um serviço desinteressado. Precisamos nos dedicar e nos comprometer a fim de obtermos um resultado positivo. Seguindo o ensinamento do “Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec, teremos a melhor orientação para o exercício da mediunidade.
(Caroline Scheer – trabalhadora da Casa da Paz)

Referência:
RAMAATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 1. Considerações sobre o “Livro dos Médiuns”. p. 13-18.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

O estudo do “Livro dos Médiuns” - Ramaatis

Os textos apresentados são baseados no livro “Mediunismo”, psicografado por Hercílio Maes pelo espírito Ramaatis, mais especificamente no capítulo 1 – Considerações sobre o “Livro dos Médiuns.” 

Segundo as concepções de Ramaatis, o estudo do “Livro dos Médiuns” corrobora na prática e no desenvolvimento mediúnico. Compreender, significar e empregar os conhecimentos lidos auxiliam tanto na comunicação quanto na prática mediúnica e isso não seria diferente nas práticas de terreiro. O terreiro enquanto espaço de evolução, interligado ao mundo espiritual, traz em si práticas que o diferencia da outras práticas religiosas, como diz Ramaatis “existem outros sistemas de se praticar o mediunismo, tais como o que se efetua na Umbanda, no qual se tende mais a objetivar todas as expressões e aspectos que os seus comunicantes possuíam na vida física”.
Ainda, baseado no dizeres de Ramaatis, percebemos que há certo apressamento no conhecimento da obra em questão, mesmo pelos umbandistas, uma vez que este conhecimento permite maior intercâmbio entre o médium e os espíritos, o que nos permite dizer que há uma convergência desse saber religioso à Umbanda, a fim de contribuir ainda mais para a Umbanda crescer enquanto religião múltipla. 
(Jeferson – trabalhador da Casa da Paz)

Para Ramaatis, o estudo do “Livro dos Médiuns” auxilia os médiuns no exercício da sua mediunidade de forma a afastar intervenções negativas que possam prejudicá-los, já que os espíritos benfeitores da área espírita sempre preferem se comunicar com aqueles orientados pela doutrina, principalmente pela obra do “Livro dos Médiuns”. Ainda que um médium possa exercer com seriedade esta faculdade sem conhecer a doutrina de Kardec, o conhecimento da obra evita o seu desperdício de tempo e decepções provenientes de uma experiência empírica quando se ignora o conhecimento através do estudo espírita.
A Umbanda é uma religião que se consubstanciou sob o desenvolvimento de seus trabalhos e ensinamentos pelo prisma quase que exclusivamente da experiência empírica, sem atentar para a necessidade de um conhecimento mais disciplinado, ainda que consagrada. Conclui-se que, a partir do momento em que os médiuns de Umbanda começarem a entender a importância do estudo destas doutrinas, conseguirão se conectar mais efetivamente com seus guias e mentores espirituais, sabendo identificar a presença de espíritos perturbadores que pretendem lhe corromper, bem como na mesma medida os afasta, tendo mais clareza das mensagens e ensinamentos passados pelo astral.
(Francine Martins - trabalhadora da Casa da Paz)

Referência:
RAMAATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 1. Considerações sobre o "Livro dos Médiuns". p. 13-18.

sábado, 1 de julho de 2017

Médiuns e mediunidade – vivência no trabalho mediúnico

"ENQUANTO MÉDIUM, QUAL A BOA CARACTERÍSTICA QUE CREIO JÁ ESTAR ALICERÇADA NA MINHA PRÁTICA MEDIÚNICA E/OU QUAL OU QUAIS TENHO DE ME PREOCUPAR EM POLICIAR, RELATIVAMENTE ÀS IMPERFEIÇÕES MORAIS QUE PODEM ME CAUSAR DESEQUILÍBRIOS?"

Acredito que a boa característica que já está alicerçada em minha prática mediúnica é a busca pelo autoconhecimento fazendo sempre a autoanálise após a manifestação espírita para ver se não é de cunho fictício ou falso. Busco sempre estar em sintonia com o plano espiritual em busca da alta elevação com espíritos de bem, não caindo assim na teia de espíritos mal intencionados.
Imagino que a psicofonia e a vidência sejam os meus melhores “dons mediúnicos”, mas ainda estou em busca do auxílio e confiança no plano espiritual.
(Daurea Barcellos – trabalhadora da Casa da Paz)

Ser um bom médium parte dos princípios de seriedade, modéstia, devotamento e segurança que devem ser prezados e muito bem observados na conduta e no desenvolvimento das possíveis mediunidades. Sendo a mediunidade uma faculdade inerente ao ser humano, devemos tê-la como um catalisador para nossos resgates. Assim, necessitamos nos ater para a questão de que atraímos os espíritos por afinidade, ou seja, nossa moral seria o imã que atrai a espiritualidade para nossas vidas, podendo ser boas ou más tais influências.
Digo que tenho consciência da importância da evolução moral para ter uma melhor evolução pessoal e, com certeza, espiritual. Tento, em meu dia a dia, viver minha religião pelas coisas mais simples e perceber o bem e a felicidade em meu caminho, se sobrepondo as questões da matéria. Sei o quanto isso é difícil para um ser imperfeito como sou, mas, aos poucos, acredito que as mudanças se consolidem pela prática do bem e da caridade.
(Jeferson – trabalhador da Casa da Paz)

Como sabemos, a caminhada mediúnica é longa e depende de esforço e dedicação. Considero-me uma médium iniciante. Como minha boa característica nesta prática, creio que desenvolvi uma maior capacidade de reflexão, tanto das práticas espirituais do terreiro como sobre o meu comportamento moral, o que me possibilita a cada dia o autoconhecimento. Eu tenho certeza que ainda falta muito estudo e aprendizado em busca da minha reforma moral, consigo identificar as mudanças de comportamento que já obtive nesta curta caminhada, bem como os erros que ainda cometo neste sentido e o que devo fazer para melhorar (ainda que tais mudanças não sejam simples, fáceis e rápidas, mas a necessidade delas acabam chegando com o tempo e as vezes se tornam naturais).
Como diz Allan Kardec: “Orai e Vigiai”, esta prática é que tento adotar dia a dia, creio que com o estudo, o aprendizado, a busca pela reforma moral e consequentemente estar em uma maior sintonia com os meus mentores espirituais fará com que eu supere este obstáculo e que possa servir à Caridade de forma mais efetiva, consciente e eficiente.
(Francine Martins - trabalhadora da Casa da Paz)

terça-feira, 27 de junho de 2017

Silêncio interior

  A prática mediúnica requer fé e atenção ao seu estado mental e espiritual. 
 O silêncio interior acontece pelo recolhimento pessoal, pela concentração e pelo afastamento das distrações que possam interferir em nosso alcance mental.
  O vídeo de Raul Teixeira é esclarecedor quanto à necessidade de manter o silêncio e a prece antes de uma sessão espírita. 



quarta-feira, 21 de junho de 2017

A mediunidade


"MÉDIUNS SOMOS TODOS NÓS PORQUANTO A MEDIUNIDADE É ORGÂNICA QUE PARA SER EXERCIDA DEVE SER REALIZADA CRISTÃMENTE, OU SEJA, SANTAMENTE..." (Divaldo Franco)

A mediunidade é o nome atribuído a uma condição humana que permite uma comunicação entre encarnados e desencarnados. Ela se manifesta independentemente de religiões, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. Porém, usualmente, apenas aqueles que a apresentam num grau mais perceptível são chamados médiuns. 

Exemplos práticos de seu exercício tanto correto como incorreto.

Sobre o entendimento acerca do tal exercício cristão e santo, acredito que um dos pilares seja manter a humildade, tendo consciência de si enquanto ser em busca de melhoramento moral, e rechaçando quaisquer sentimentos de engrandecimento com relação à faculdade mediúnica, visto que todos são dotados dela, sendo que em alguns esta vem apta a ser trabalhada, não por ser este médium privilegiado ou poderoso, mas justamente porque talvez seja necessitado de executar esse serviço, e cuja mediunidade ofertada servirá de instrumento para tal.
Mas julgo importante salientar que não se engrandecer não é o mesmo que se diminuir, na mesma medida deve-se ter noção da responsabilidade de seu trabalho “na engrenagem” de um centro, por exemplo, e ser grato pela oportunidade de auxiliar os outros, mas principalmente a si mesmo nessa jornada terrena.
Por vezes, o autodesmerecimento na tentativa de parecer humilde acaba denotando exatamente o contrário. Acredito ainda, que nem todo médium vêm assim para expurgar erros pregressos, creio que alguns se predispõem a isso por vontade e entrega.
A mediunidade deve ser executada no anonimato e no exercício dessa tarefa evitar a arrogância e o julgamento com os irmãos, oferecendo compreensão, acolhimento. A palavra “caridade” por vezes me soa como “esmola”, dá a impressão que aquele que é ajudado está abaixo, prefiro “solidariedade”, pois me transmite a ideia de equidade, de estar no mesmo patamar, mesmo que separado por infortúnios, que tantas vezes ocorrem por razões que não nos cabe julgar. 
(Roberta Soares – Trabalhadora da Casa da Paz)

A busca por mais esclarecimentos demonstra, para mim, um interesse em usar corretamente a mediunidade, visto que esse exercício é inerente a todo ser encarnado. A maior dificuldade que ainda encontro é canalizar a energia dos meus pensamentos, que influenciam o todo nem sempre de forma positiva. Dilvado Franco relata os mais variados assuntos que o Livro do Médiuns nos traz, identifica a seriedade que devemos ter nos estudos e a reflexão que devemos fazer sobre nossa mediunidade. Relata-nos, ainda, como estamos vulneráveis a obsessões e assédios, evidenciando a necessidade de manter constante vigilância no nosso padrão vibratório.
(Caroline Scheer – Trabalhadora da casa da Paz)

Referência:
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns: guia dos médiuns e dos evocadores. Trad. SILVA, Renata Barboza da; SILVA, Simone T. Nakamura Bele da. São Paulo: Petit, 2004.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Estudos sobre mediunismo e comportamento mediúnico

ESTUDOS SOBRE MEDIUNISMO E COMPORTAMENTO MEDIÚNICO NA VISÃO DO KARDECISMO, DA UMBANDA E DO BUDISMO

Inscrições Abertas: enviar e-mail inbox confirmando o interesse, vagas limitadas. Gratuito.
Local: o curso terá o formato PRINCIPAL EAD e presencial para ALGUNS ENCONTROS para os que puderem comparecer pessoalmente na Casa da Paz.
Vagas: 30 vagas sendo no máximo 20 presencial.
Início do Curso: 30 de marco de 2017 as 20:00 até as 21:30
Duração: todas as quintas feiras, a partir de 30 de março serão postadas as atividades via Moodle, com duração de 9 meses.
Quem pode participar: tanto os médiuns da corrente  como as pessoas que não são vinculadas à Casa da Paz.
Cronograma: os estudos abordaram, em síntese, como deve ser o comportamento do médium no trato com a espiritualidade; quais cuidados deve ter; qual a forma mais segura de comunicação; o que deve pautar um reunião espiritualista; entre outros tópicos relacionados ao mediunismo e comportamento mediúnico.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Filme - A profecia celestina


O filme "A profecia celestina" abre portas para novas reflexões em relação à espiritualidade.

Vale a pena assistir!