"ENQUANTO MÉDIUM, QUAL A BOA CARACTERÍSTICA QUE CREIO
JÁ ESTAR ALICERÇADA NA MINHA PRÁTICA MEDIÚNICA E/OU QUAL OU QUAIS TENHO DE ME
PREOCUPAR EM POLICIAR, RELATIVAMENTE ÀS IMPERFEIÇÕES MORAIS QUE PODEM ME CAUSAR
DESEQUILÍBRIOS?"
Acredito
que a boa característica que já está alicerçada em minha prática mediúnica é a
busca pelo autoconhecimento fazendo sempre a autoanálise após a manifestação
espírita para ver se não é de cunho fictício ou falso. Busco sempre estar em
sintonia com o plano espiritual em busca da alta elevação com espíritos de bem,
não caindo assim na teia de espíritos mal intencionados.
Imagino
que a psicofonia e a vidência sejam os meus melhores “dons mediúnicos”, mas
ainda estou em busca do auxílio e confiança no plano espiritual.
(Daurea Barcellos – trabalhadora
da Casa da Paz)
Ser
um bom médium parte dos princípios de seriedade, modéstia, devotamento e
segurança que devem ser prezados e muito bem observados na conduta e no
desenvolvimento das possíveis mediunidades. Sendo
a mediunidade uma faculdade inerente ao ser humano, devemos tê-la como um
catalisador para nossos resgates. Assim, necessitamos nos ater para a questão
de que atraímos os espíritos por afinidade, ou seja, nossa moral seria o imã
que atrai a espiritualidade para nossas vidas, podendo ser boas ou más tais
influências.
Digo
que tenho consciência da importância da evolução moral para ter uma melhor
evolução pessoal e, com certeza, espiritual. Tento, em meu dia a dia, viver
minha religião pelas coisas mais simples e perceber o bem e a felicidade em meu
caminho, se sobrepondo as questões da matéria. Sei o quanto isso é difícil para
um ser imperfeito como sou, mas, aos poucos, acredito que as mudanças se
consolidem pela prática do bem e da caridade.
(Jeferson – trabalhador da Casa
da Paz)
Como
sabemos, a caminhada mediúnica é longa e depende de esforço e dedicação.
Considero-me uma médium iniciante. Como minha boa característica nesta prática,
creio que desenvolvi uma maior capacidade de reflexão, tanto das práticas
espirituais do terreiro como sobre o meu comportamento moral, o que me
possibilita a cada dia o autoconhecimento. Eu tenho certeza que ainda falta
muito estudo e aprendizado em busca da minha reforma moral, consigo identificar
as mudanças de comportamento que já obtive nesta curta caminhada, bem como os
erros que ainda cometo neste sentido e o que devo fazer para melhorar (ainda
que tais mudanças não sejam simples, fáceis e rápidas, mas a necessidade delas
acabam chegando com o tempo e as vezes se tornam naturais).
Como
diz Allan Kardec: “Orai e Vigiai”, esta prática é que tento adotar dia a dia, creio que com o estudo, o aprendizado, a busca pela reforma moral e consequentemente estar em uma maior sintonia com os meus mentores espirituais
fará com que eu supere este obstáculo e que possa servir à Caridade de forma
mais efetiva, consciente e eficiente.
(Francine Martins - trabalhadora
da Casa da Paz)
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