sábado, 26 de agosto de 2017

Preservação do médium em relação aos inconvenientes e perigos da mediunidade

Sabemos que são muitos os perigos relacionados à prática da mediunidade caso não realizada com cuidado, estudo e preparo para tal atividade de conexão com o plano espiritual. O médium é um ser sensível que usa sua intuição para se conectar e entender o que ocorre em determinado momento. No entanto, é preciso ser cauteloso quando se fala de mediunidade. Crianças e adolescentes, pouco maduros, não possuem capacidade física e mental para realizar tal prática, assim como adultos com algum desequilíbrio mental.
A prática da mediunidade pode gerar cansaço, mas cabe a nós entender que essa estafa física logo passará e o espírito ganhará com essa atividade que não lhe cansa. Também, precisamos lembrar que a evolução e o aprimoramento pessoal é requisito para uma boa prática de Umbanda. O comportamento dentro ou fora do terreiro reflete na coletividade, visto que somos médiuns sempre, dentro ou fora de nosso terreiro. Além disso, precisamos reforçar o pensamento positivo, pois nossa vibração permite a conexão com seres que vibram na mesma frequência. A mediunidade é vivida 24 horas por dia. Por isso, em casa, no trabalho ou no terreiro, precisamos atentar para nossos pensamentos e comportamentos que possibilitam a conexão com o plano espiritual. (Ane – trabalhadora da Casa da Paz)
O perigo da mediunidade está assertivamente ligado ao comportamento moral e ético do médium. É através de suas vivências diárias, que o médium estará correndo algum risco eminente ou não. Sabemos da grande dificuldade que temos em dominar nossos pensamentos, percebemos o obstáculo que ainda é, nos desgastar energeticamente com o que não conseguimos mudar, mas precisamos escolher efetivamente nossa reforma íntima. É importante saber do verdadeiro perigo do mau uso e da falta de cuidado com a nossa mediunidade, somente o comprometimento e a vigilância constante, nortearão o caminho mais seguro e correto. (Caroline Scheer – trabalhadora da Casa da Paz)
A ideia central está na conduta do médium no desempenho mediúnico. A mediunidade não é uma faculdade extraordinária, mas algo natural, carecido de um desenvolvimento criterioso e responsável. O exercício diário de autoavaliação e a identificação dos “pontos fracos” permitem ao medianeiro direcionar a referida vigilância e fortalecer sua vontade no intuito de vencer as más inclinações e evitar a “queda” no decurso do exercício da mediunidade. Buscar manter aferido e em constante alerta o sentido que identifica as armadilhas que se escondem atrás da vaidade, do sexo descontrolado, da modéstia que, por vezes, serve para encobrir a preguiça. Da maledicência e dos maus pensamentos. Enfim, essas fragilidades por certo nos sobram, o que não deve faltar é empenho em vencê-las. (Roberta Soares – trabalhadora da Casa da Paz)
A higiene da mente é o princípio para uma boa concentração e isso requer cuidados com a moral, o convívio em família e as atitudes frente ao tratamento com as pessoas, o que refletirá direto na consciência do médium. É preciso educação, disciplina, estudo e comprometimento com a mediunidade que nos capacita a prestar a caridade e a orientação espiritual. Mediunidade não é brinquedo, mas sim amor e respeito pelas entidades que tanto nos auxiliam em nossa caminhada. O mestre Jesus nos orienta a manter a paz, o equilíbrio, ter fé e não sermos falsos profetas. Precisamos buscar esclarecimento através do evangelho e outras obras que passam mensagens de esclarecimentos e nos educam para vida espiritual. São os sentimentos de amor e respeito pelo próximo irão nos manter no caminho da verdade. (Maira Vitória – trabalhadora da Casa da Paz)


Paz e bem irmãos!!!

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