Regulamento Interno
A Casa da Paz é um templo religioso legalmente constituído, sem fins lucrativos, com a finalidade de instruir os espíritos encarnados e desencarnados e praticar a caridade. É uma organização religiosa aberta a todos que busquem com fé e amor as respostas aos questionamentos da vida, ajuda espiritual e desenvolvimento da consciência, dentro dos preceitos praticados da Umbanda com Jesus, Ramatís, Kardec e todos os mestres ascensionados, numa proposta espiritualista universalista crística, eclética e convergente.
A Casa da Paz apresenta diretrizes disciplinares, a fim de estabelecer a necessária ordem interna para atender o corpo mediúnico, os consulentes, os simpatizantes e os frequentadores em geral, na maior harmonia. A leitura atenta do regulamento possibilitará uma melhor compreensão dos propósitos do terreiro.
SESSÕES EM GERAL
1. As sessões da Casa da Paz ocorrerão quinzenalmente aos sábados e iniciarão às 19h30m e terminarão por volta das 22h.
2. Os demais trabalhos, festas ou sessões internas que possam acontecer, terão sua data e horário divulgados, através de seus canais de comunicação e por avisos no Templo.
3. Após as 20h não será permitida a entrada (consulentes, simpatizantes e frequentadores em geral), salvo em casos e situações especiais.
4. É proibido sair antes do início dos passes (consulentes, simpatizantes e frequentadores em geral), salvo em casos especiais com o motivo da antecipação.
5. Solicita-se bom senso no uso das vestimentas (consulentes, simpatizantes e frequentadores em geral), evitando saias curtas, blusas decotadas, roupas transparentes, shorts, bonés, calções, regatas, camisetas alusivas a times de futebol e partidos políticos. A fim de se manter o caráter ecumênico do culto.
PRÁTICAS DA RELIGIÃO
6. Na Umbanda, a religião se faz através da manifestação de espíritos dispostos a trabalhar para o bem e para a evolução individual e coletiva do ser humano.
7. A corrente é a grande força do templo umbandista, merecendo cuidados porque tudo gira em torno dela.
8. O passe é uma transfusão de energias psicofísicas, de forma que os médiuns cedem de si mesmo em benefício de outrem. Os médiuns passistas buscam na prece o fio de ligação com os planos mais elevados da vida.
9. Nosso Templo procura, através da prática da Umbanda, sem crendices e superstições, dar ao corpo mediúnico, consulentes, simpatizantes e frequentadores em geral, a oportunidade para o crescimento pessoal, harmonização e aprimoramento espiritual.
10. O atendimento será realizado individualmente para as pessoas que procurarem amparo espiritual e moral nesse Templo, sendo que esse atendimento será totalmente gratuito e sem distinção de raça, sexo, condição financeira e social.
11. O Templo faz trabalhos apométricos bem como terapias complementares. As terapias complementares serão agendadas com o dirigente em atendimento individual.
12. Os estudos internos serão realizados para os médiuns da corrente, nos sábados. E os demais interessados em entrar na corrente, farão estudos nas quintas-feiras.
INSTRUMENTOS LITÚRGICOS
13. O Congá é um núcleo de força, em atividade constante, agindo como Templo atrator, condensador, escoador, expansor, transformador e alimentador dos mais diferentes tipos e níveis de energia e magnetismo.
14. A sineta litúrgica é um instrumento usado para saudar ou chamar uma entidade, devendo ser guardado no Congá e nos pontos de força adequados.
15. A pemba permite a utilização da força esotérica da escrita astral, que tem o poder de abrir e fechar trabalhos de magia e serve para traçar pontos de firmeza e captação de forças para os trabalhos.
16. O pó de pemba, quando lançado ao ar, no ambiente ou sobre as pessoas, tem a função de purificação.
17. Os charutos, cigarros e cachimbos podem parecer incoerentes a uma entidade de luz, mas a utilização dos elementos das ervas, juntamente com o elemento ígneo (fogo) e aéreo (ar), podem desestruturar larvas, miasmas e bactérias astrais que, muitas vezes, estão presentes na aura dos consulentes. É como se fosse uma defumação dirigida.
18. A defumação permite, através dos aromas, que se fique relaxado, próximo ou afastado de pessoas, coisas ou lugares, pois harmoniza e aumenta o teor das vibrações psíquicas, produzindo condições de recepção e inspiração nos planos físico e espiritual.
19. A vela é utilizada para atrair a luz da vibração ígnea, para si, para um espírito, para desfazer trabalho, para pedir graças ou agradecer aos espíritos. As cores variam de acordo com a necessidade do trabalho ou vibrações da pessoa. É sempre o elemento fogo sendo ativado e utilizado para determinados benefícios.
20. O marafo (aguardente de cana) e demais bebidas alcoolicas serão utilizadas em casos de descarrego, quando oportunas, sendo vedado o uso aos médiuns nas sessões.
21. A água é um fator preponderante na Umbanda que tem o poder de absorver, acumular ou descarregar qualquer vibração, seja benéfica ou maléfica.
22. As Guias usadas na Umbanda são polos de irradiação, para-raios e defesa, para os médiuns. Para montar uma guia, deve-se montar tranquilo, sem agitação externa.
23. Os banhos de ervas são transmissões de forças magnéticas para fortalecer, descarregar e limpar a aura, o períspirito do membro da corrente ou do consulente.
ESTUDO E APERFEIÇOAMENTO
24. O estudo é um dos princípios umbandistas, tendo sessões instituídas para esse fim e literaturas que vierem a serem recomendadas. Vale lembrar que nenhum estudo substitui as práticas de terreiro.
25. Os estudos podem ser realizados por instrução oral ou escrita, acontecendo em todos os momentos ritualísticos e pelos livros disponibilizados. Existem dias específicos para estudo e discussões com o dirigente do Templo.
26. Ao membro da corrente é indicada a prática do evangelho de Cristo em todos os dias e não somente em dias de sessões.
SAUDAÇÕES DA CORRENTE
27. O ato de saudar quando se entra em um terreiro deve ser feito com muito respeito e sinceridade, pois se saúdam as Forças que sustentam aquela casa, todos os trabalhos realizados ali e os próprios médiuns. Na chegada ao terreiro, é preciso saudar as Forças dos Senhores Guardiões e das Senhoras Guardiãs assentadas na Tronqueira. É ali que agradecemos a permissão de nossa entrada no local, a guarda, a força e a proteção que eles realizam, para que haja o recolhimento e encaminhamento de espíritos negativos no ato da saudação. Após, saúda-se a Firmeza do Terreiro, o Congá e o Altar, local Sagrado de um Templo que deve ser respeitado, pois é onde se realiza a grande troca de energia. Vale lembrar que as irradiações Divinas estão sendo projetadas sobre todos aqueles que reconhecem o Poder Divino.
28. O ato de “Bater Cabeça” é uma atitude de reverência diante do Sagrado porque é o momento de se comungar com Deus e todas as entidades do terreiro, pedindo que mantenham nossos olhos e ouvidos fechados para as negatividades (ciúme, egoísmo, inveja, intriga) e nossos corações e mentes abertos para o amor, a fé, a compaixão, a esperança, o discernimento, a sabedoria e a paciência, para que nosso espírito purificado e iluminado possa ser bom instrumento de Deus, da Lei e da Justiça.
29. É preciso respeitar seu dirigente espiritual, pois ele é detentor dos conhecimentos da Lei de Umbanda e é seu orientador, aquele que o conduzirá, sustentará e protegerá dentro da doutrina religiosa umbandista. Ele é a voz, a força, o representante e o intermediário das entidades de Umbanda aqui no plano material, sendo escolhido e preparado pelas próprias Forças Divinas para sustentar a engira ou realizar um desenvolvimento.
CORPO MEDIÚNICO
30. Cabe ao médium:
I. Estar no interior do terreiro até as 19h, após esse horário deve apresentar uma justificativa;
II. Participar assiduamente de todas as sessões religiosas, reuniões administrativas e espirituais, eventos e atividades internas e externas, bem como comparecer às solenidades e outros atos que o Templo vier a promover, realizar ou ser convidado a participar;
III. Cooperar, de maneira efetiva, para o engrandecimento e desenvolvimento moral, material e espiritual do Templo. A conduta dos membros da corrente, no Templo, é em prol da transformação da dor e do sofrimento do próximo;
IV. Esforçar-se pela elevação espiritual própria, de maneira permanente, visando alcançar o equilíbrio necessário para o seu dia a dia. É necessário tomar certos cuidados para seu perfeito desenvolvimento como: cuidar de sua cultura, honrar e respeitar os espíritos trabalhadores do Templo, doando-se inteiramente à casa que trabalha. No entanto, não se deve esquecer-se de equilibrar sua vida profissional, social e familiar, fugindo do fanatismo tão nocivo, e que trazem para a Umbanda efeitos desastrosos;
V. Para participar dos trabalhos, estar trajando as roupas ritualísticas (calça e jaleco brancos), que deverão estar sempre em boas condições de uso, limpas e passadas, sendo que, as suas roupas íntimas deverão ser sempre na cor branca ou cores bem claras. O branco favorece a mente, estimulando pensamentos mais puros e sublimes. O uso de objetos ou roupas que possam descaracterizar o uniforme básico deverá ser apreciado pelo dirigente para a aprovação ou não;
VI. Fazer suas respectivas firmezas, preparar seu material de trabalho, bater cabeça e procurar ficar em estado de concentração para uma melhor participação nos trabalhos;
VII. Aprender e cantar os pontos utilizados no Templo de Umbanda. Os pontos devem ser cantados com firmeza e em voz harmônica, oferecendo a energia necessária para serem instrumentos evocadores e mantenedores das energias espirituais. Os pontos cantados são como um mantra que agem, chamando, evocando as Entidades Trabalhadoras de Umbanda, atraindo as forças energéticas dos Orixás em benefício dos trabalhos de Umbanda e harmonizando a psique dos médiuns e frequentadores do Templo de Umbanda, para aprimorar a fé, acalmar os sentidos e produzir coragem e paz;
VIII. Usar as guias durante todos os trabalhos realizados no Templo;
IX. Ter seus respectivos picuás ou caixinhas com os materiais necessários para uso nas engiras, todos os elementos de uso pessoal tais como cuieiras, toalhas e panos de cabeça deverão estar com identificação. Depois dos trabalhos, todos os materiais utilizados deverão ser lavados e guardados;
X. Estar sempre asseado e apresentável, além disso, devem tomar seus banhos ritualísticos e se preparar com mais esmero para os dias de sessão. Nos rituais de iniciação, a preparação deve ocorrer três (3) dias antes e dois (2) dias depois, como amaci e cruzamento;
XI. Guardar todo o seu material de trabalho em casa, somente trazendo para a engira o que for necessário para os trabalhos do dia;
XII. Ajudar na limpeza do Templo antes e no fim dos trabalhos, todos são responsáveis pela manutenção e conservação;
XIII. Orientar seus familiares e amigos como se comportar dentro das dependências do Templo;
XIV. Justificar suas faltas antecipadamente, nos casos excepcionais e de última hora, as justificativas serão aceitas, via e-mail, telefone ou no próximo trabalho. Caso necessite sair antes do término dos trabalhos, precisa pedir autorização do dirigente.
31. O médium que se ausentar por mais de três (3) sessões consecutivas sem um prévio comunicado, será automaticamente excluído do corpo mediúnico.
32. O médium, sempre que possível, deve incorporar descalço por uma questão de humildade e para facilitar a incorporação, bem como para haver melhor descarga dos fluídos nocivos, diretamente para a terra.
33. O comportamento no Templo é de respeito, amor e fé. Os médiuns devem estar com o pensamento firme através de orações mentais ou cântico dos pontos com concentração, vibração e amor, permanecendo em pé mesmo que não esteja incorporado.
34. As guias (colares ritualísticos) a serem utilizadas pelos médiuns deverão ser confeccionadas preferencialmente pelo dirigente e energizadas no Congá. Caso contrário, os médiuns deverão consultar o dirigente para a liberação ou não do uso das mesmas.
35. O uso das guias fora do Templo é de foro íntimo de cada médium, porém, as mesmas deverão ser usadas com respeito e não como enfeites e/ou acessórios de vestuário, não podendo ser emprestadas ou dadas a quem quer que seja.
36. Caso haja o rompimento de alguma guia, o médium deverá procurar orientação com o dirigente.
37. É proibido o relacionamento amoroso e sexual de médiuns casados com consulentes ou médiuns, sejam eles casados ou solteiros. Com intuito de coibir a promiscuidade que possam afetar o desenvolvimento espiritual do médium e da corrente.
38. O médium deverá utilizar nas giras o pano de cabeça recebido no momento do batizado.
39. É proibido ao médium:
I. Sair vestido de casa com a roupa de trabalho mediúnico. Ele deverá, sim, colocá-la no momento em que entra no Templo a fim de cumprir sua tarefa mediúnica. Após estar vestido com suas roupas ritualísticas, o médium não poderá mais fumar, nem tão pouco sair das dependências do terreiro, sem prévia autorização do dirigente;
II. O consumo de bebidas alcoólicas e de qualquer tipo de carne, bem como a prática sexual nas 24 (vinte e quatro) horas que antecedem a sessão;
III. Do sexo feminino, que estiverem menstruadas, a participação em trabalhos ritualísticos como cruzamentos, assentamentos e amaci, bem como nas sessões internas de esquerda, sendo permitida, somente, a participação nas sessões externas;
IV. Relatar o êxito dos trabalhos desenvolvidos pela entidade de que é aparelho ou enaltecê-los. Todos os resultados obtidos pela atuação do Caboclo, Preto-Velho, Exu, Criança etc., são positivos, buscando restabelecer a mente do filho que procura a fé, a serenidade, a confiança de que os problemas que parecem insolúveis terão soluções aceitáveis. Todo Guia e Protetor é bom e trabalha com a mesma fonte de energia dos Orixás, quem pode fraquejar ou prejudicar o trabalho mediúnico são os próprios médiuns com a sua ignorância, vaidade, orgulho ou coisas semelhantes;
V. Encostar-se na parede durante os trabalhos, pois muitas energias negativas circulam por trás da corrente mediúnica e assim, o médium pode pegar uma carga negativa que prejudicará o seu campo magnético;
VI. Por a mão na cabeça dos médiuns e consulentes, pois ali se localiza o chacra coronário, por onde se absorve as energias dos Orixás. Ainda, deve-se ao máximo evitar contatos no consulente e em médiuns incorporados;
VII. Sair da corrente sem permissão, pois quando os médiuns ou os guias estão trabalhando ou dando os passes, muitas energias negativas, miasmas, larvas astrais, obsessores, sofredores e quiumbas, estão sendo retirados dos consulentes, bem como muitas energias positivas e vibradas pelas entidades que estão sendo invocadas;
VIII. Incorporar ou desincorporar sem autorização do dirigente;
IX. Usar joias, esmalte escuro, roupas íntimas escuras, porque elas podem absorver energias e transmitir a seus usuários;
X. Incorporar entidade com os cabelos amarrados, pois interfere o ato da incorporação;
XI. Revelar ou comentar a natureza das consultas e/ou tirar qualquer proveito dos assuntos ali tratados;
XII. Realizar qualquer trabalho relacionado à mediunidade de terreiro fora do Templo sem a presença ou permissão do dirigente, e caso o faça, a Casa da Paz não se responsabiliza pelas consequências;
XIII. Cobrar por qualquer trabalho espiritual realizado nas dependências do Templo ou fora da mesma em seu nome;
XIV. Falar alto ou promover brincadeiras que prejudiquem o espírito de seriedade e concentração dentro do Templo para não haver quebra de corrente;
XV. Promover fofocas, discórdia e intolerância entre os irmãos de corrente, caso haja algum assunto ou acontecimento que possa gerar desconforto para qualquer pessoa de nossa irmandade, ou alguém se sinta ofendido por qualquer motivo, esse assunto deverá ser levado de imediato ao conhecimento do dirigente, para as devidas providências;
CAMBONOS
40. Compete aos Cambonos:
I. Conscientizar-se do seu papel na sustentação da vibração da casa, da entidade e dos médiuns aos quais estão auxiliando;
II. Manter o equilíbrio durante todo o atendimento fraterno, conscientizando-se de que está em ativa doação de fluidos durante todo o trabalho;
III. Preparar o material de trabalho das entidades que irá cambonar;
IV. Zelar, manter e fazer o controle de todo o material usado nos trabalhos;
V. Caso alguma entidade peça algum material específico, pergunte a finalidade e para que se destina, anote, passe o recado para os médiuns e informe também ao dirigente;
VI. As prescrições e anotações devem ser feitas de forma legível, para evitar confusões em um bloco de papel;
VII. Auxiliar a entidade comunicante caso o assistido encontre dificuldade de compreensão da mensagem;
VIII. Evitar escrever termos usados pelas entidades incorporadas, faça a tradução para que o consulente não tenha dúvida nenhuma sobre as recomendações recebidas;
IX. Não permitir ao assistido, fazer pedidos que estejam fora do padrão doutrinário da casa, respeitando em primeiro lugar, a palavra da entidade comunicante;
X. Conscientizar-se de que é proibido comentar qualquer assunto referente ao atendimento;
XI. Relatar na íntegra ao dirigente, evitando interpretações, ao término do trabalho, qualquer acontecimento digno de atenção, referente ao atendimento, inclusive no que concerne ao conteúdo das mensagens transmitidas pelas entidades;
XII. Quando a Entidade Espiritual estiver desincorporando, o cambono deverá dar o amparo necessário aos médiuns, não tocando no médium;
XIII. Após a desincorporação procure conduzir os médiuns até o seu lugar na corrente, prestando-lhe auxílio necessário;
XIV. Organize e recolha rapidamente todo o material utilizado, caso seja necessário lavar alguma coisa, faça-o no término dos trabalhos;
XV. No final dos trabalhos, transmitir os recados para os médiuns que auxiliam, e se for o caso e entregue o material de trabalho organizado.
MÉDIUNS DE TRABALHO
41. Compete aos Médiuns de Trabalho:
I. Manter guardados em suas respectivas residências, todos seus materiais de culto e trabalho;
II. Trazer somente o material de trabalho necessário para a engira do dia;
III. Orientar os cambonos a respeito de como deverão atuar com as entidades;
IV. Nas engiras de desenvolvimento, ajudar aos médiuns iniciantes;
V. Estar sempre pronto para os trabalhos solicitados pelo dirigente, tanto em nosso Templo, bem como em outros locais quando for o caso;
VI. Comunicar antecipadamente ao dirigente qualquer impedimento ou problema para a incorporação.
ASSISTÊNCIA E FREQUENTADORES
42. É proibido reservar lugar, os assentos deverão ser ocupados conforme ordem de chegada.
43. O atendimento será feito por ordem de chamada do cambono.
44. Não é permitida a saída antes do término dos trabalhos, casos especiais deverão ser comunicados previamente.
45. Não será permitida a participação de pessoas alcoolizadas ou sob o efeito de drogas em geral. Caso algum frequentador se mostre inconveniente para com o Templo ou para com qualquer pessoa presente, o mesmo será convidado a se retirar.
46. É necessário silêncio para o bom andamento dos trabalhos, evitando conversas. O uso de aparelhos sonoros e celulares é proibido.
CONTRIBUIÇÕES
47. Os médiuns poderão, de livre e espontânea vontade, contribuir com os materiais litúrgicos (velas, pembas, incensos, etc.) ou mensalmente ajudar com o valor de R$ 20,00.
DISPOSIÇÕES FINAIS
48. As atividades do Templo deverão ser paralisadas anualmente pelo prazo mínimo de 20 dias durante os meses de dezembro e janeiro, em razão das festas de fim de ano.
49. O não cumprimento de alguns itens destas diretrizes poderá causar advertência, suspensões ou mesmo o afastamento e desligamento do médium, conforme decidir o dirigente.
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