Os textos apresentados são
baseados no livro “Mediunismo”, psicografado por Hercílio Maes pelo espírito
Ramaatis, mais especificamente, no capítulo 1 – Considerações sobre o “Livro dos
Médiuns”.
Para
Ramaatis, a mediunidade não é orgânica, ou está ligada a alguma diferença
fisiológica do ser humano, nem tampouco implica em alterações do sistema
nervoso central, antes é uma faculdade do espírito, usando o mesmo termo do
autor, no livro, é um “patrimônio”' do espírito. Quando desenvolvida com
respeito, seriedade e amor coopera para o desenvolvimento moral e espiritual do
homem. E quando o autor fala que é importante embasar-se em orientações, como
as postuladas por Allan Kardec, não é que espere que ela perca seu caráter
espontâneo, mas sim que seja assegurada a sua retidão enquanto exercício
terreno.
Na
perspectiva de Ramaatis, as comunicações satisfatórias com o Além são
fundamentadas no mediunismo sólido, aprimorado com o equilíbrio moral, psíquico
e emocional do medianeiro; na prática da tarefa mediúnica compromissada, livre
de vaidades e sem espera reconhecimento; com a imaginação disciplinada, para
que não haja espaço para situações fantasiosas, que só fazem confundir o médium
e, por conseguinte, comprometer o caráter sério e verdadeiro das comunicações
com os espíritos.
Salienta
o autor, também, a importância do conhecimento, de estudar, de usar em proveito
do bom exercício da mediunidade, por exemplo, o Livro dos Médiuns, elaborado
criteriosamente por Allan Kardec e que pode ser usado como uma bússola para
nortear o cumprimento do serviço mediúnico, para que não sejam feitas
experimentações a esmo, mas sim pautadas em parâmetros que servem para atestar
a idoneidade tanto das comunicações propriamente ditas como o desenvolvimento
do mediunismo em seus vários campos de atuação.
(Roberta Soares – trabalhadora da
Casa da Paz)
Para
Ramaatis, a mediunidade é uma faculdade que engrandece a percepção psíquica com
o objetivo de evolução e moralização do espírito do homem.
Para
haver a melhor comunicação possível com o plano astral, devemos nos dedicar aos
estudos primários, devemos também melhorar nossas condições morais e prestar um
serviço desinteressado. Precisamos nos dedicar e nos comprometer a fim de
obtermos um resultado positivo. Seguindo o ensinamento do “Livro dos Médiuns”,
de Allan Kardec, teremos a melhor orientação para o exercício da mediunidade.
(Caroline Scheer – trabalhadora
da Casa da Paz)
Referência:
RAMAATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 1. Considerações sobre o “Livro dos Médiuns”. p. 13-18.
Referência:
RAMAATIS. Mediunismo. Psicografia de Hercílio Maes. Capítulo 1. Considerações sobre o “Livro dos Médiuns”. p. 13-18.