"MÉDIUNS SOMOS
TODOS NÓS PORQUANTO A MEDIUNIDADE É ORGÂNICA QUE PARA SER EXERCIDA DEVE SER
REALIZADA CRISTÃMENTE, OU SEJA, SANTAMENTE..." (Divaldo Franco)
A mediunidade é o nome atribuído a uma condição humana que permite uma
comunicação entre encarnados e desencarnados. Ela se manifesta
independentemente de religiões, de forma mais ou menos intensa em todos os
indivíduos. Porém, usualmente, apenas aqueles que a apresentam num grau mais
perceptível são chamados médiuns.
Exemplos práticos de seu exercício tanto correto como
incorreto.
Sobre o entendimento acerca do tal exercício cristão e santo, acredito que um dos pilares seja manter a humildade, tendo consciência de si enquanto ser em busca de melhoramento moral, e rechaçando quaisquer sentimentos de engrandecimento com relação à faculdade mediúnica, visto que todos são dotados dela, sendo que em alguns esta vem apta a ser trabalhada, não por ser este médium privilegiado ou poderoso, mas justamente porque talvez seja necessitado de executar esse serviço, e cuja mediunidade ofertada servirá de instrumento para tal.
Mas julgo importante salientar que não se engrandecer não é o mesmo que se diminuir, na mesma medida deve-se ter noção da responsabilidade de seu trabalho “na engrenagem” de um centro, por exemplo, e ser grato pela oportunidade de auxiliar os outros, mas principalmente a si mesmo nessa jornada terrena.
Por vezes, o autodesmerecimento na tentativa de parecer humilde acaba
denotando exatamente o contrário. Acredito ainda, que nem todo médium vêm assim
para expurgar erros pregressos, creio que alguns se predispõem a isso por
vontade e entrega.
A mediunidade deve ser executada no anonimato e no exercício dessa
tarefa evitar a arrogância e o julgamento com os irmãos, oferecendo
compreensão, acolhimento. A palavra “caridade” por vezes me soa como “esmola”,
dá a impressão que aquele que é ajudado está abaixo, prefiro “solidariedade”,
pois me transmite a ideia de equidade, de estar no mesmo patamar, mesmo que
separado por infortúnios, que tantas vezes ocorrem por razões que não nos cabe
julgar.
(Roberta Soares – Trabalhadora da Casa da Paz)
(Roberta Soares – Trabalhadora da Casa da Paz)
A busca por mais esclarecimentos demonstra, para mim, um interesse em
usar corretamente a mediunidade, visto que esse exercício é inerente a todo ser
encarnado. A maior dificuldade que ainda encontro é canalizar a energia dos
meus pensamentos, que influenciam o todo nem sempre de forma positiva. Dilvado
Franco relata os mais variados assuntos que o Livro do Médiuns nos traz,
identifica a seriedade que devemos ter nos estudos e a reflexão que devemos
fazer sobre nossa mediunidade. Relata-nos, ainda, como estamos vulneráveis a obsessões
e assédios, evidenciando a necessidade de manter constante vigilância no nosso
padrão vibratório.
(Caroline Scheer – Trabalhadora da casa da Paz)
Referência:
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns: guia dos médiuns e dos evocadores. Trad. SILVA, Renata Barboza da; SILVA, Simone T. Nakamura Bele da. São Paulo: Petit, 2004.

Com certeza o estudo das obras básicas e a reforma íntima são extremamente importantes para nosso aprimoramento enquanto trabalhadores na seara espírita.
ResponderExcluirConcordo com todos e acredito que o bem maior está na caridade ,sem êxitos sem vaidade , simplesmente por ter uma moral de consciência de enquanto espírito encarnados optamos por ser praticantes espírita , médiuns com o dever de estender a mão sem olhar a quem ,e não julgar se for ou não de merecimento .
ResponderExcluirContinuamos na caminhada com os ensinamentos do Cristo ,em equilíbrio e atentos com nossos pensamento .
Maira trabalhadora da casa.